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Homenagens aos Blogs
Dezembro de 2004




Hoje é dia de festa!

 

Não importa quando cada um de nós entrou neste mundo dos blogs ou porque entrou, certo é que ele passou a fazer parte da nossa vida. Aqui vivemos de tudo: rimos, brincamos, amamos, desamamos, descobrimos lindas amizades, sofremos doídas decepções, conhecemos um pouco mais a diversidade do ser humano, descobrimos lugares nunca antes navegados.. enfim, vivemos intensamente. Cada um a seu tempo e do seu jeito.
Eu, Loba, estou maravilhada por ter descoberto este mundo e acredito que Márcia também. Não só porque ele atende à minha compulsiva necessidade de escrever, mas especialmente porque aqui descobri que é possível transformar o ambiente virtual em algo vivo, quente e de grande interação.
É por tudo isso que estamos aqui hoje. Para comemorar esta integração falando uns aos outros. E mostrando o prazer de estarmos juntos.

Que 2005 nos encontre ainda mais unidos, mais dispostos às trocas,  aos amores, à amizade!

E que seja um verdadeiro ano novo para todos nós.

Beijos nossos. E vamos às homenagens dos amigos!

 

Loba e Márcia Maia

 

 Vamos colocar primeiro as homenagens feitas em outros sites. Eis os links:

 

Blogs Tábua de Marés - Mudança de Ventos

 Clique na imagem

                                  

 

Blog Loba - Corpus et Anima

 

Clique para ver

 

Blog Retalhos e pensamentos

 

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Adélia Theresa Campos

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Blog Duas Palavras

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 Blog Ponto Gê

 

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Blog Retalhos amigos

 

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Blog Rasuras Sobreviventes

 

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Blog Chega Mais

 

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Blog Poros e Cendais

 

Clique para ver 

 

 



 




 

 

Blog Um barco

 

Estava navegando nesse mar de blogs quando avistei "Um Barco", trazia no seu corpo a frase "Navegar não é preciso, é necessário mas não preciso". Passei uns instantes a refletir sobre tal frase, algumas interpretações vieram, mas foi só quando agarrei uma corda e subi barco a dentro que a metáfora começou a se cumprir.
Fiquei escondida, não fiz nenhum comentário, nem se quer puxei uma conversa com o comandante. Em silêncio observava toda a movimentação.
No dia dezenove de junho quase aparecia para poder comemorar o aniversário do Chico Buarque que por ali de vez em quando aparece, no entanto, achei melhor sozinha cantar o "Olê olá" com o "Pedro Pedreira".
Dias se passaram eu permaneci em silêncio, não sentia fome nem sede, não necessitava de mais nada além das palavras que acostumei a ouvir.
Imaginei que o dono dali fosse músico, (será?) pois todas as conversas nos levam a belas canções, a grandes compositores. Já escutei Vinícius, Paulinho da Viola, Ivan Lins, Edu Lobo, entre tantos outros.
Foi então que certa vez tive que discordar daquela frase: Para mim navegar é preciso sim. Quase que saio do meu esconderijo e vou dar ciência de minha discordância, mas não, algo me segurou. Acho que foi quando ele falou que era um homem urbano mas que tinha experiência com o "mato". Puxa, que coincidência também nasci no interior, mas adoro "o burburinho, o 'agito' da cidade grande". Continuei apenas a escuta-lo, pois sei que muito de minha vida pode ser entendida através deste homem.
O tempo passando e eu aprendendo com "um barco". Um gosto especial quando ele fazia suas divagações pelo existencialismo, algo como "Há muitos de mim, dentro de mim. Apesar disso, muitas vezes me acho pouco, me sinto parco. Isto, quando consigo me achar, quando não me acho vazio, oco."
No fim de tudo fui descoberta por uma marinheira que certo dia veio visitar o barco. Puxou-me a orelha e disse que como agradecimento por tanto tempo vivendo aqui deveria fazer uma homenagem ao dono. Então comecei a escrever essas humildes linhas, na esperança que ele continue a aceitar pelo menos minha visita, não mais em silêncio, agora com direito a uma boa conversa de vez em quando.
Para quem não veio conhecer "Um Barco" ainda, deixo o meu convite na certeza que irão se encantar com sua beleza.

Aprendiz

Blog Aprendiz de escritora

 



 




Blog Irmãs e Amigas

 

Lidiany e Mariany,

Vocês não fazem idéia de como fiquei feliz por tê-las tirado nessa brincadeira.
Logo eu, o causador do blog de vocês (quanta modéstia a minha, não).
Conheci essas meninas através da Mary. Um dia a Mary entrou no meu blog, comentou. Depois me adicionou no MSN e desde então nos tornamos grandes amigos, daqueles que se falam por telefone, desabafam, riem e choram.
Junto com a Mary acabei conhecendo a Lidiany, sua doce irmã e minha linda cunhadinha.
E elas entraram nesse mundo blogueiro graças a mim.
Lembro-me bem de ficar falando pra Mary criar um blog e ela dizendo que não saberia o que colocar. Num sábado à tarde, por MSN, ajudei-a no passo a passo e assim nasceu o Irmãs e Amigas. A Mary, relapsa que só, acabou deixando o blog meio que às moscas e a Lidiany se encarregou de dar vida ao espaço e se tornou a responsável oficial pelos posts.
Em cada post vivenciamos um pouco da vida dessas duas meninas que moram em São Paulo e que como todos nós, tem alegrias e problemas, medos e desafios.
O que fazer para homenageá-las? Oh, dúvida!
Pensei, pensei e cheguei à conclusão que um texto do Arthur da Távola, de que gosto muito seria a opção.
O texto chama-se 'Afinidade' e disserta sobre esse sentimento que une pessoas diversas: irmãos, amigos, namorados, amantes.
Espero que gostem e que eu possa, através dele, mostrar o quanto eu admiro essas duas meninas e quanta afinidade temos um com o outro.
Beijos,
Leandro

AFINIDADE
(Arthur da Távola )

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
E o mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.

Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo para o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.

Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.

Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.

Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.

Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.

Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.

Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quanto das impossibilidades vividas.

Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.

Leco Faria

Blog Depois dos Vinte



 




Blog Voando pelo céu da boca

 

Uma pequena historinha, que começou como muitas, recebi um email, de um colega, convidando a participar, de um tipo de amigo secreto, eu topei, pois seria uma maneira de fazer novas amizades, conhecer novos bloggeiros, nesse mundo que tem crescido muito.

Palavras, pensamentos, idéias, cada um expressando o seu ponto de vista de forma livre, respeitando o próximo, amo esse mundo, e a possibilidade de conhecer pessoas tão diferentes e inteligentes, foi o que aconteceu agora, fui sorteado para homenagear uma bloggueira da qual nunca tinha  tido contato, pensei vai ser um desafio falar de alguém que nem conhecemos ou que nunca visitei o blog, mas na hora que entrei no blog, me senti em casa, sua forma de escrever sua eloqüência é muito boa, parecia que eu já conhecia, acabei me tornando um leitor de seu blog por causa do tempo não deu mas li boa parte dos posts nos últimos meses.

Sabe achei interessante, ela usa o nick de uma bruxa no endereço de seu blog, mas ela estaria mais para uma fada, tipo Glenda, estou falando da Dira Vieira

 

Dira

Em suas palavras

Mergulhei em seu mundo

Em posts e poemas

Sonhos e imagens

Senti conversando

Uma velha amiga

Feliz tornei

Nesse reino adentrei

 

Muitas felicidades Dira, e que 2005 seja repleto de sucesso e realizações

Beijos

Junior (Taliesin)

Blog http://cwm.bigblogguer.com.br




 




Blog Os Potchokos

Assim que soube para quem seria minha homenagem tão singela,
Não sabia por onde começar ou como falar sobre ela,
Uma pessoa querida,
Uma pessoa amiga,
embora nunca nos vimos,
é uma bela amizade que sentimos,

Plistina,  a Plis, A Potchoka,
nomes diferentes, nomes originais,
uma pessoa iluminada, criativa, feliz,
que não imagina o bem que nos faz.

Uma menina doce, guerreira,
de olhar doce , sorriso largo e toda faceira,
toda potchoca, uma menina querida,
pra atualizar o blog demora uma vida...

Abrimos seu blog todos os dias,
Em busca de novidades,
Histórias gostosas,
que trazem saudade,
Que trazem alegria.

Não sou boa pra rimas, mas acho que estas poucas linhas
Expressam um pouco o que sinto por esta menininha.

Plis,  de verdade, nunca fui boa em rimas, poesias, gosto de escrever, mas nada assim, então pra demonstrar o quanto gosto (ou melhor gostamos) de vc, resolvi parar e pensar um pouquinho no quanto é especial pra gente, quis fazer algo diferente, fora de tudo o que costumo escrever, agora só falta a gente se conhecer, né.
Que vc seja muito feliz, que continue nos presenteando com suas fotos e textos, mas não suma mais por tanto tempo, vc faz falta.

Adoro muito vc,

beijocas,

Lidiany

Blog Irmãs amigas



 




Blog Depois dos vinte

 

Cada vez mais acredito na conspiração do universo a meu favor! Hoje confirmo novamente a minha boa sorte. Por um imprevisto que desconheço, a homenagem do Leco não veio. Aproveito então e corro a preencher este espaço vazio. Não por sabê-lo triste, mas por uma inconfessada vontade minha de dizer a ele tudo o que significou pra mim neste ano de 2004 (sem que isso pareça privilégio ou preferência).
Conheci o Leco, este menino aí da foto, no meu primeiro dia de blog. Eu ainda nem sabia como funcionava  esta nova maneira de fazer amigos. Aportei no blog dele e já não sei como. Foi amor à primeira vista. O menino falava de beijos! Eu, apaixonada por todos e quaisquer beijos, fiquei ali, lendo-o e adorando descobrir nas palavras o astral altíssimo e uma certa irreverência de um pós-adolescente.
Daí pra frente, virei fã. E como uma boa loba, me travesti em mãe de Rômulo e Remo e adotei o menino-quase-homem.
Confesso: adoro este meu filho adotivo. O primeiro de muitos outros e dono absoluto do meu amor de loba-mater. Através dele conheci muitas outras pessoas que adoro também. Mas ele será sempre o primeiro. Terá sempre a minha gratidão, a minha admiração e o meu gostar.
Como a homenagem aqui era para o blog, mergulhei lá no Depois dos Vinte. Fiquei triste ao perceber que ele não copiou os posts anteriores - especialmente o que eu queria trazer pra cá: o do beijo! Achei muitos outros deliciosos textos, mas era aquele que eu queria. E na falta dele, trouxe Drummond, tirado lá da sua página principal:
'Se procurar bem, você acaba encontrando
não a explicação (duvidosa) da vida,
mas a poesia (inexplicável) da vida."

E pro Leco, deixo mais de Drummond:

Desejo a você
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não Ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu

E agora, o meu beijo. Cheio de carinho, Leco. E o desejo de que em 2005 continuemos juntos e felizes!

Loba - a mãe encantada!



 




Blog Aprendiz de escritora

 

Adriana

Blog Emais um dia se fez

  

 

 

Blog Zumbi escutando blues

DESCOBRINDO TESOUROS  

       
 Fui abrindo com todo cuidado, como quem desembrulha um presente que já sabe ser delicado. Desconhecia o conteúdo, mas a embalagem já me dizia tratar-se de coisa valiosa. Redobrei o cuidado.
Já ouvira falar do que estava se aproximando de mim, mas cada pessoa tem a sua maneira de ver, sentir, reagir e se expressar. Abri um pouco mais os olhos do coração, deixei cada um dos cinco sentidos mais atentos e colei as retinas nas letras que se desenhavam na tela.
Gêmeos!  Ali estava o poema. Ali estava o retrato do poeta. Fazendo jus ao que se pressentia na abertura, cada palavra simbolizava uma jóia cuidadosamente lapidada e colocada harmoniosamente ao lado de outra jóia-palavra. O ourives usou suas mais preciosas gemas, numa disposição anatômica, criando seu perfil numa peça de valor inestimável.
Lenilda já sabia que o poeta se divide entre sua calmaria e sua busca pelas tempestades. Ela o ama, mas questiona sua dualidade, sua vida geminiana. Não sabe o porquê do poeta dizer: “tenho apenas a certeza de que não posso ser ilha
enquanto os barcos acenam ao longe todos os dias “.
Mas os poetas são assim: têm a alma dividida entre o chão duro do cotidiano e o largo horizonte dos sonhos.
Foi assim, Poeta, que o conheci. Demorei, talvez, mas acredito que haja um tempo certo para todas as coisas. Pressenti o tesouro das suas letras e descobri que ele tem mais encantos do que eu supunha.
Ofereço, em troca dessa beleza toda que encontrei aqui, minha amizade, meu carinho e minha alma de poeta que ainda não sabe lapidar palavras.

Um beijo, Linaldo!

Neusa

Blog Rasuras Sobreviventes

 




 




Blog Somente uma mulher

 
"Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã de verdade"
E VAMOS À LUTA (Gonzaguinha)

 

Forjada na batalha
Com as armas e o dom da guerreira
Surge amante mãe expectante
Profissional, estudante, brasileira

Passa os olhos nos jornais
Dá colo para o seu homem
Corre que está atrasada
E ainda indignada
Marca o ponto no trabalho
Abre o micro
A notícia quente do dia
Precisa ser comentada
Não ao modo de jornalistas
Frios, sem alma, arredios
Põe ali sua repulsa, sua dor e alegria
Inquieta, virtual, multifacetada
Da pós-modernidade, guerrilheira
Segura a onda com fé
Canta com Lulu, Paralamas,
As delícias de Fortaleza
E depois de tanta beleza
Ainda nos serve café
Quando precisa faz dengo
Também sabe dar carinho
Mas mostra bem sua zanga
Grita se o incauto manga
De seu adorado Flamengo

Ser somente uma mulher
Como se fosse pouco
É seu desejo e querer
E nesse universo louco
Traz um lema recorrente
Dizendo, mesmo ao sofrer
A vida é um lindo presente!

É ela a Tâ que conheço
A dos gifs de animação
Perfil de menina arguta
Mulher sem medo da luta
"Que segue em frente e segura o rojão".

Amiga,
Nem sei se a mereço.

Que 2005 traga-nos a semente da justiça.
... e a nova vida que você carrega será só alegria.

Beijos, carinho,

Adélia Theresa Campos
dez/2004

 



 




Blog Conversa de amigos

 

Há tempos que visito o Conversa de Amigos. É um blog
diferente dos que comumente eu visito. Ele não é de poesia,
mas de crônicas muito bem humoradas do Aleph. Ele nos conta o
seu dia a dia de médico e comenta a vida que contempla e vive
diariamente através das situações por vezes engraçadas ou até
mesmo trágicas que vive. É um blog onde a gente ri por vezes
de seu humor ácido, ou porque a situação é hilária mesmo, ou
se emociona como quando ele fez uma homenagem ao seu filho. A
cada dia, sempre um bom texto contando um causo, ou
simplesmente comentando uma noticia extraída da mídia.
 
O Aleph nos brinda com textos que trata de suas convicções
filosóficas em relação à vida, aos valores e o seu
posicionamento social nas questões em que vai discorrendo de
uma forma muito boa de ler, fazendo com que nós, os leitores
façamos parte de seu texto, como se fosse uma conversa a
dois. Nós e o seu autor. Parece até que participamos dos seus
textos como terceira pessoa ativa de seu obra.
 
Há um post dele que especialmente me comoveu, que é o que faz
uma homenagem ao seu filho. O amor que ele declara está
explícito de uma forma tão bela que faz com que a gente se
sinta cativo desse amor declarado, e da criança linda que
está estampada no post.
 
O Blog do Aleph faz mesmo jus ao seu nome, é realmente uma
gostosa conversa de amigos. E eu tenho imenso prazer de ler o
que ele escreve, porque é sempre uma aventura ler suas
crônicas e suas viagens. Um post muito interessante é o Kit
Aleph, todos deviam ler, é hilário e de uma imaginação digna
desse rapaz.
 
 
Dira Vieira

Blog Voando pelo céu da boca

 

 

 

Blog Versos mágicos

 

Esta é a imagem primeira de um blog que conheci faz pouco tempo. Embora não seja uma imagem deste nosso país tropical, de certa forma simboliza a beleza do blog inteiro.
Esta moça, a Lisa, tem um cuidado imenso com este espaço. Por que falo disso? Talvez porque eu seja desligadíssima com imagens e aparências e acho gracinha demais um blog onde os olhos se enchem com a beleza estética.
Mas existe uma beleza ainda maior, embora não tão explícita!
Existe a beleza das palavras. Em prosa ou poesia, esta beleza é traduzida na sensibilidade, nas emoções tão bem delineadas e na força da mulher guerreira.
É sempre um prazer mergulhar no seu espaço. Particularmente quando encontro algo como este poema:

Coração,
Que muito se exercita
Necessita
De certo consolo,
Um tanto de repouso,
Para continuar,
Renascer,
Sentir,
Viver...

que pra mim é símbolo de resistência, de luta pela vida!

Lisa, torci muito por você naquele momento. Continuo torcendo muito para que você continue aqui, perto de todos nós, trazendo-nos a sua alegria de viver.
Um super beijo e um feliz 2005.

Loba
Blog Loba - Corpus et Anima

 



 




Blog do Junior

 



 




Blog Mimpormimmesm@

Olá, Didi. Tudo bem?
Muito prazer já que não nos conhecemos. Muito legal ter ter tirado você, acabei sendo apresentada a um blog bem legal e a uma pessoa muito hilário e totalmente tolerância zero, pelo que pude perceber pelo post sobre o Natal há há há
 Como vc pode ver eu escrevo no blog Os Potchokos, tenho um fotolog e escrevi na Mansã Schutz, mas depois saí por incompatibilidade de agenda. Ossos do ofício!
 Bom, no seu blog não tem idade, lugar onde mora, mas pelos posts percebi que você deve ter usn 20 e poucos anos e um humor incrível, por isso estou te encaminhando 2 textos, que eu gostei muito, um texto do livro livro "Almanaque anos 80", da Ediouro, de Luiz André Alzerto com Mariana Claudino. Adorei esse texto, me dá muitas saudades, mas saudades boas, doces.
 O outro texto é um de apresentação (há há há) da cidade, se é que pode ser assim chamada, onde moro: São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Eu escrevi há algum tempo, de bobeira, está lá no meu blog. Achei que você ia gostar, não sei porque.
 Ah, não liga não que eu tenho uns insights malucos assim de vez em quando. Deve ser uma adolescência tardia, que ainda insiste em perdurar.
 Bom, é isso, sinto não poder fazer nada mais grandioso, até mesmo pelo motivo de não te conhecer antes, mas fica aqui a vontade de uma grande amizade como muitas que eu fiz com essa história de blogs, fotolog e orkut.
 Beijão, Feliz Ano Novo. Que 2005 seja maravilhoso para você e todos os seus e que no próximo ano Papai Noel te responda sem mensagem automática. Vou ter uma conversinha com ele e dizer que você é minha amiga.
 Plis Almeida
 
Anos 80: o retorno
(Luiz André Alzer)

Se você ouve Barão Vermelho, freqüenta o Circo Voador, usa All Star e joga Atari, você deve ter uns 18 anos. Mas também pode estar na casa dos 35. Um bocado de coisa que deixou os anos 80 mais divertidos voltou a brilhar tanto quanto laranja-cítrico, verde-limão e rosa-choque, as cores que iluminaram aquela geração.
O rock nacional que explodiu 20 anos atrás resiste nas rádios com louvor. Em alguns casos, até com mais força do que naqueles tempos. O Capital Inicial, que nunca foi do primeiro time nos 80, virou fenômeno depois do excelente CD "MTV acústico". Paralamas, Kid Abelha e Titãs emplacam um sucesso atrás do outro. Isso sem falar nos Engenheiros, que regravaram uma pá de saudosos sucessos em seu recém-lançado (e ótimo) disco. Até o Roupa Nova, para quem muita gente torcia o nariz, virou cult agora graças a um CD acústico que traz todas aquelas músicas de novela que a gente sabe de cor.
Se o Circo Voador remontou sua tenda na mesmíssima Lapa que o consagrou nos anos 80, outro palco ilustre daquela época voltou com força: o Noites Cariocas, no Morro da Urca, mostrou que juventude, boa música e alto-astral são combinações que não se perdem no tempo. Aliás, festa bacana hoje em dia, a gente sabe, é quando toca rock dos anos 80. Que o diga o pessoal da Ploc Monsters e da Beat Acelerado. Não importa se quem está na pista nasceu naquela época.
Quer ver mais? Então dá uma espiada em "Chaves", o seriado mais bizarro dos 80. Sem querer querendo, voltou a ser a grande sensação da criançada nos fins de tarde do SBT - ou TVS, para quem ainda está preso no tempo. Agora gire o seletor... ops!... pega o controle remoto e vai para o Cartoon: Scooby Doo, Os Flintstones e Os Jetsons têm lugar cativo na programação. Mas o supra-sumo dos anos 80 está por vir mês que vem: o Multishow vai reprisar alguns dos programas e séries mais emblemáticos, como "Armação Ilimitada" e "TV Pirata".
O cinema também prepara outro clássico oitentista: a novela "Guerra dos sexos", que consolidou o humor no horário das sete, vai virar longa-metragem. Assim como Cazuza virou e levou mais de três milhões de espectadores aos cinemas. E verdade seja dita: "Cazuza", o filme, emocionou gente de todas as idades, até quem não é daquela geração.
A herança dos 80 também está nas brincadeiras. Além do Atari, que se tornou mania em festas e está sendo relançado, outros ícones infantis ressuscitaram. A Moranguinho ganhou novo visual, mas continua fofa e com cheirinho dos bons tempos. O Detetive, que fez muita gente passar madrugadas jogando, também foi remodelado. E a Estrela prepara para breve a volta do inesquecível Genius.
E se nos anos 80 o país parou para juntar tampinhas de Coca-Cola para trocar por engradados e garrafas miniaturas (que naquela época tinham refrigerante de verdade e eram de vidro), agora as garrafinhas voltaram coloridíssimas. Resultado: outra mania nacional.
Tudo bem que Kri virou Crunch e o Lollo, Milkybar, mas os dois chocolates ainda são top 10 nas carrocinhas. Assim como o Bubbaloo, o chiclete que se tornou febre quando foi lançado em 1981, apenas no sabor tutti-frutti. Passados mais de 20 anos, o Bubbaloo continua nas bocas, só que com uma infinidade de sabores. Tem até de damasco e musse de maracujá. O que não é de se espantar, já que o Dipn'lik, aquele pirulito que vinha com pozinho, voltou à tona e lançou o sabor melancia.
Com licença do Bamerindus (hoje HSBC), o tempo passa, o tempo voa e até as musas dos anos 80 continuam muito boas. Ou alguém não viu a "Playboy" de um ano atrás, com Luciana Vendramini? A eterna ex-paquita (que nunca foi paquita), responsável pelo mais lembrado ensaio dos 80, tirou a roupa já com seus 30 e poucos anos e botou muita ninfeta no chinelo.
Agora, a pouco mais de um mês do carnaval, é só aguardar outro furacão de duas décadas atrás: Luma de Oliveira. Depois que saiu de seios nus, em 1987, pela Caprichosos, o Sambódromo nunca mais foi o mesmo. Até quando não desfila, como no ano passado, ela causa polêmica. Quarentões e garotões sabem bem: Luma é a prova viva de que os anos 80 estão ótimos.



 




Terra de Marlboro
Plis Almeida

Lendo esse título, no que vocês pensam? Numa cidadezinha de interior nos Estados Unidos onde são gravados aqueles filmes de cowboy? Lembram-se daquelas montanhas maravilhosas das propagandas de cigarro com aquele cara que morreu de câncer no pulmão?
Tz tz tz tz tz
Pois EU, digo que vocês estão errados. Completamente.
A "Terra de Marlboro" fica bem perto de você, mas especificamente no Rio de Janeiro. E não é porque tem aquelas montanhas e paisagens maravilhosas não, nada disso.
O nome "comercial" da cidade é São Gonçalo (onde eu moro).
São Gonçalo é um lugar maravilho, cheio de gente bonita, simpática e saudável, vocês tem que ver. Só tem gente da melhor espécie também.
Dizem que o DJ Marlboro tem esse apelido porque era daqui, desconheço essa informação, mas é bem provável.
O motivo de eu estar postando isso aqui é falar do recente grande acontecimento para os gonçalenses: ganhamos um shopping, o SÃO GONÇALO SHOPPING RIO, chique não? O shopping é sim. Um dos maiores da América Latina, parece ser super legal, bem grande e tal.
Mas vocês precisavam ter visto como a cidade ficou: até outdoors de lojas famosas tinha aqui. Várias linhas de ônibus criadas, outras tantas deslocadas para atender ao público do Shopping. Acho que, pela primeira vez, vejo um outdoor com a Giselle Büenchen na cidade, aliás ela é única pessoa que fica bem em roupas da C&A, né.
No dia antes da inauguração do shopping várias luzes coloriram o céu da cidade, liiiiiindo. E no dia D, imaginem: São Gonçalo inteiro foi pro Shopping. Queria ver "Caco Antibes" narrando essa história:
"Aquele povo todo, unido no ônibus, fazendo bagunça, pulando, indo pro 'Shopp', só pra olhar vitrine, pq dinheiro de só de "passaig" pra ir e pra voltar. Levando um frango assado com farofa na bolsa, e não esquecendo de botar uma vasilha de água em baixo da bandeja de cajuzinho quando saiu de casa, pras fromigas não avançá. Pobre tem que morrer!!!"
Aqui só tem um restaurante "entrável" e com coisas "comíveis", digamos assim. Só um entrega em casa também. Sabe qual é a sensação da cidade? O Churrasquinho de uma Pracinha que se chama "Showrrasquinho", olha que must!!! Entrega em casa e tudo, e de moto, porque os outros, só de bicicleta ou de ônibus mesmo.
Imaginem agora uma cidade em que o diferencial para se vender Pão de Hambúrguer e de Cachorro-Quente é a bolsa? Pois é, o Carro do Pão daqui tem até musiquinha (duas, uma em ritmo de Funk) "Vai na bolsa, vai na bolsa, vai na bolsa, é o carro do pão na sua rua!" Olha que diferencial!!! (Marketeiros de plantão, nunca se esqueçam disso!)
E o Carro da Pamonha??? Não é educado não, grita pro povo comprar, uma loucura.
Mas, a sensação mesmo é a comemoração de um aniversário. Aí o povo chama o Carro do Mico:é  um carro de som, cheio de corações desenhados e colados, cheio de balões, tocando música altão (geralmente, Kenny G), que pára em frente a casa do infeliz e faz uma declaração de amor.
Ai gente, só assim mesmo para agüentar morar aqui, só rindo, porque senão só resta sentar no meio-fio e chorar.
"Moro em São Gonçalo, gosto de Niterói" Alguém já ouviu esse funk?


Plistina de Almeida (04/04/2004)

Blog Os Potchokos

 



 




Blog Shumyara

 



 




Blog E assim mais um dia se fez

 



 




Blog Câmera lenta

Minha blogueira homenageada é a Aldinha do Câmera Lenta e sinceramente ela acabou de ganhar uma fã e comentarista de carteirinha, adorei o blog e sinceramente não conhecia esse cantinho maravilhoso!
O Câmera Lenta é um cantinho de muito azul, com fotos belíssimas da Grécia, posts narrados com um carinho enorme que dá para sentir do lado de cá da telinha!
E como disse Michael Grant (1994) - "Sem Grécia e Roma nós não seríamos o que somos."
Por isso gostaria de agradecer a Aldinha por ter montado um cantinho que além nos presentear com paisagem fantástica, no mostra um pouco da cultura desse povo conhecido por sua alegria e hospitalidade!
Aldinha que o branco de Santorini leve paz ao seu coração, que você passe pelas turbulências que surgirem em sua frente de maneira firme como o Herodio cravado nos pés de Acroplois, que o azul do mar de Milos traga muito amor em 2005, como Folegandros você encontre a felicidade na simplicidade dos dias e como você descreveu sobre Zakynthos que seu 2005 seja um verão repleto de sol, amigos e alegrias!
Feliz 2005 à você e todos os blogueiros!!!

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